O empilhamento de laminações de ferro é um processo crítico na fabricação de equipamentos eletromagnéticos. Através do arranjo ordenado e da compactação, esse processo aumenta a densidade geral do núcleo, impactando diretamente a eficiência da conversão eletromagnética e a estabilidade operacional. Antes do empilhamento, as laminações devem passar por uma limpeza superficial para remover rebarbas e impurezas, preservando a integridade do revestimento isolante para evitar curtos-circuitos entre camadas e aumento de perdas. As laminações são dispostas em um padrão escalonado para compensar as juntas, minimizando assim as lacunas do circuito magnético e melhorando a continuidade da condução do fluxo magnético.
O processo de empilhamento depende de ferramentas especializadas de posicionamento para controlar dimensões e geometria gerais, evitando inclinação, desalinhamento ou tensão irregular. A pressão uniforme é aplicada para garantir um contato próximo entre as camadas, reduzindo vazios e aumentando o fator de empilhamento. A estanqueidade da pilha está diretamente relacionada ao estado de funcionamento do equipamento; a frouxidão excessiva aumenta a relutância magnética e as perdas sem carga, causando vibração e ruído, enquanto a compressão excessiva pode danificar a camada de isolamento e comprometer a rigidez dielétrica.
Um processo de empilhamento racional equilibra a densidade com o desempenho do isolamento, mantendo a estabilidade estrutural
ilidade do núcleo. Após a conclusão, o conjunto passa por calibração e fixação geral para evitar afrouxamento ou deslocamento durante o serviço. Um fluxo de trabalho de empilhamento padronizado otimiza o desempenho eletromagnético, reduz a geração de calor e prolonga a vida útil do equipamento.